Atualmente existe um esforço científico para minimizar os riscos de trombose e melhorar o sistema de entrega dos stents farmacológicos. Para aperfeiçoar a navegabilidade, tem se buscado reduzir a espessura das hastes do stent sem compromisso em sua força radial. Além disso, a formulação de polímeros biodegradáveis pode ter repercussão na redução de fenômenos trombóticos. O estudo INSPIRON I avaliou o primeiro stent farmacológico concebido no Brasil, com platafoma de cromo-cobalto, de 80µm de espessura, polímero totalmente biodegradável composto por PLA + PLGA e eluição de sirolimus.